Ministro inglês, Hilary Benn, observa mapa brasileiro de produção de cana-de-açúcar
Como o Brasil deve lidar com o cumprimento dos critérios de sustentabilidade em relação ao setor sucroenergético impostos pela Diretiva Européia? A indagação partiu de Hilary Benn, Ministro de Estado do Reino Unido para Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais (Defra), durante visita à sede da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), na segunda-feira (16/11), em São Paulo.
A assessora sênior do presidente da UNICA para assuntos internacionais, Géraldine Kutas, que recebeu o ministro e sua delegação, afirmou que a dificuldade do setor não é com o cumprimento dos critérios, mas sim seu processo de implementação. “Nossos desafios são com o tipo de provas que devemos dar para mostrar que o etanol brasileiro é realmente sustentável, além da rastreabilidade do produto. Dos diferentes critérios e requerimentos exigidos, o único que nos traz problemas é a questão dos Efeitos Indiretos no Uso da Terra (Indirect Land Use Changes – ILUC)”.
Para vários analistas, o modelo de cálculo de emissões resultante de ILUC é um exercício acadêmico que pouco tem a ver com a realidade da agricultura global. No caso brasileiro, este modelo relaciona o efeito indireto da cultura da cana no país e o desmatamento da Amazônia.
“A agricultura e a pecuária brasileira podem atender a um eventual aumento na demanda por etanol de cana sem causar desmatamento. A expansão da cana-de-açúcar deve acontecer na região Centro-Sul, responsável por 90% da produção e que já dispõe de infraestrutura logística”, enfatizou Geraldine apontando ao ministro o mapa da cana-de-açúcar no Brasil e a concentração desta indústria, muito distante do bioma amazônico.
Ministro atento às explicações de Géraldine Kutas na sede da UNICA
A Diretiva Européia sobre o uso de energias renováveis, aprovada pelo Parlamento Europeu em dezembro de 2008, tem a meta de 10% de uso de energias renováveis no setor de transportes e afeta todos os países membros. “O Reino Unido é um importador de etanol do Brasil e estão preocupados em saber se a implementação da Diretiva ocorrerá com facilidade ou se haverá algum problema”, afirmou a assessora da UNICA.
Durante a safra 2008/2009, o Reino Unido consumiu 2,6% de bicombustível no setor transportes, sendo 18% etanol e o restante biodiesel. Ao todo foram consumidos 221 milhões litros de etanol dos quais 80% eram do Brasil.
O ministro visitou a UNICA acompanhado de uma delegação formada por sete pessoas, entre elas, Alan Charlton, Embaixador Britânico no Brasil, Martin Raven, Cônsul Geral Britânico em São Paulo e Mike Barret, chefe de Mudança do Clima no Defra.
17/11/2009
*Fonte: UNICA
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As escolas das redes pública e particular de Bebedouro, cidade do interior paulista, estão começando calendário letivo de 2009 com uma novidade – o Programa Educacional Atlas Ambiental (PEA), que foi totalmente criado e desenvolvido pela Vistadivina.
Em novembro do ano passado, os educadores de Bebedouro participaram de uma formação pedagógica cujo objetivo era apresentá-los às inovações do PEA. Após essa capacitação, eles deram a sua opinião sobre Atlas. Veja o que os professores disseram:
“Adorei o material e a capacitação. Em 2009, vou usar esses conhecimentos para deixar minhas aulas ainda mais ricas. Quem vai ganhar com isso são meus alunos!”
Professora Luzia Hernandes Ribeiro Rossi
“Estou ansiosa para que eu possa trabalhar com o Atlas”.
Ana Paula Borelli Matsumoto
“Tenho certeza que nenhum dos nossos professores já tinha visto um material com a qualidade do Atlas”.
Professora Mônica – CEES Prof. Hernani Nobre
“O material do aluno é atrativo. Costumo dizer que primeiro o aluno se interessa pelas ilustrações e aí a vontade de ler é desencadeada.”
Professora Silvia – EMEF Yolanda Carolina Giglio Villela
“Foi muito além das minhas expectativas. Fez com que eu revisse minha relação com a cidade.”
Professora Eucilene – CEES Prof. Hernani Nobre